Monitoramento de Menores

Monitoramento de Menores pelos pais, é um tema que tem tido um avante crescimento ao longo dos anos, principlamente na era digital, onde a mais nova geração é conhecida como “geração Z”, ou, “geração virtual”.

Os famosos “Apps para pais” estão cada vez mais em alta, facilitando a vida dos pais no acompanhamento de seus filhos. Afinal, não se pode estar sempre presente de corpo, mas quem disse que não pode estar “de olhos presentes”?

Um episódio da série Black Mirror, chamado “Tecnologia que adia” tratou desse assunto quando a mãe fictícia, instala um chip na cabeça da criança que lhe permite ver o que sua filha ver. Até bloquear pessoas e coisas que ela considera indesejáveis para sua filha.

Até que ponto intervir?

A crítica desse episódio fica bastante aparente quando a mãe, através do seu tablet, controla o chip instalado na cabeça da sua filha e impede que ela veja coisas violentas, ficando um borrão em sua visão, e bloqueando sua audição para coisas violentas.

A menina acaba ficando violenta, por não ter tid contato com isso, não saber que pe ruim, perigoso e nem mesmo, como se defender disso, pois ela não aprende a viver, não aprende a se desapegar da mãe e nem a mãe da filha. Coloca-se então, a questão: até que ponto o controle dos pais na vida dos filhos é benéfico?

Isso é possível?

“Ah, mas nós estamos falando de série, isso não existe.”. Achou futurístico demais? Utópico? Bom, já existem modos bastante avançados para se ter controle do que os filhos fazem.

Há o GPS dos celulares. Pode-se também ativar a câmera dos celulares, tablets, computadores, para ver o que os filhos estão acessando na internet. Enfim, há várias formas de os pais terem conhecimento e controle sobre os que seus filhos andam fazendo por aí.

Com o avanço da tecnologia, não será surpresa se existir na vida real, esse tipo de controle tecnológico. No entanto, o ser humano continuará insubstituível, e o detetive particular também, não importa quão evoluídas estejam as máquinas.